sábado, 10 de julho de 2010

De volta

Bom, resolvi retomar o blog e mesmo que este seja o lugar de um leitor só, ou mais provavelmente nenhum, vou fazer daqui um escape. E pra “recomeçar de novo”, estou pensando em mudanças. A começar pela minha vida, pela carinha do blog, pelo meu astral. Como é bom mudar! Ares renovados, sentimentos e sonhos repaginados parecem fazer um faxinão na alma. As coisas ficam mais leves, mais fáceis. E como eu não tenho nada a perder, muito pelo contrário, estou encarando as mudanças de frente. E em meio a tantas coisas novas, consegui um tempinho pra desembarcar na minha querida Paraty e acabei viajando mais do que deveria, escrevendo algumas coisas.



Paraty. Sempre que ouço essa palavra penso: “Sim! Para mim”. Mas Paraty é de todos. E para mim é especial. É um lugar que me encanta, que me envolve e mexe com o meu lado mais íntimo. É como se eu já conhecesse cada pedra, cada rua e casa antiga. É como se eu já tivesse me divertido muito pelas praias, pelas casas do centro e pelos ares do lugar.
Paraty me emociona, dá frio na barriga e faz um sorriso bobo aparecer no canto na boca. Parece paixão, que deixa aquela ansiedade para ver novamente, sentir. Paraty é uma cidade querida, e mesmo que não seja minha, adotei como se fosse. É uma cidade que rima com sorrisos, vestidos floridos e cabelos soltos ao vento. Rima com mãos dadas, com paixões fugazes ou amores sólidos. Combina com sol, praia e música tranquila.

A cada esquina, uma história. A cada rua, lembranças de muito tempo. Tudo é sol, mesmo que nublado; é sorrisos, amigos e histórias. Muitas histórias!